Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Venha curtir as delícias da Fazenda no conforto de um Hotel .Faça já sua reserva !!! Ligue (32) 3361 7777.
Ornitologia
CONCEITOS E HISTÓRIA DA ORNITOLOGIA

Ornitologia é a parte da ciência biológica que estuda as aves e, ornitólogo, é a pessoa versada ou que estuda ornitologia. Esta prática é tão antiga quanto a terra e remonta a era primitiva quando os homens das cavernas riscavam nas rochas e nos paredões, traços rupestres de animais e aves que eles viam, observavam e caçavam. Na própria Bíblia Sagrada encontramos relatos de avistagens de aves por Abrahão, Moisés, Jó, Salomão, Davi, Amós e até de Cristo.
Nos dias atuais, observar aves é a atividade que mais cresce na América: 63 milhões de pessoas observam aves. Estes adeptos viajam cerca de 3.000 milhas por ano a vários países a fim de observar e conhecer a fauna de aves destes lugares.
Seus adeptos formam uma grande rede de voluntários que presta inestimável serviço à ciência, nestes países, participando ativamente de iniciativas e de programas conservacionistas.
Observar aves é diversão em meio a natureza, porque estimula o interesse pela procura de aves. Isto garante satisfação e relaxamento, sem ferir e sem capturá-las, que podem fugir incólumes. Caminhando, subindo ou descendo morros observando, se adquire resistência física, sem esforço, porque a atenção está nas aves. A atividade provê integração da família, pois, freqüentemente, pais, filhos e parentes próximos mantêm-se unidos por gerações, através deste hábito. Os mais velhos podem incentivar e estimular os mais jovens a se interessarem pela vida silvestre e pela conservação da natureza, e prover-lhes oportunidade de fazerem algo por elas.

A ORIGEM DAS AVES

Há 200 milhões de anos atrás, segundo a ciência, as aves evoluíram dos répteis, que usando as sobras de peles dos membros superiores como uma espécie de paraquedas, passaram a saltar e com o contínuo exercício, passaram a voar. Daí desenvolveram-se répteis alados e gigantes, os "pterossauros". As penas vieram em seguida, sendo o mais antigo membro dotado de penas o Archaeopterix, há 150 milhões de anos atrás.
O espécime Archaeopteryx lithographica foi descoberto em 1861, estudado e identificado pelo anatomista inglês Richard Owen. Trata-se de uma confusa mistura de aves modernas e de répteis primitivos conhecidos como Arcosauros. O crânio era parecido com o das aves, mas as mandíbulas possuíam dentes, uma característica dos répteis, inexistente em qualquer ave moderna. Apresentava também uma longa cauda óssea, semelhante à de alguns répteis, diferindo das aves, que possuem as vértebras caudais fundidas numa curta projeção, sendo a cauda formada exclusivamente de penas. Na verdade o esqueleto era mais parecido com o dos Arcosauros do que com o das aves modernas, tendo asas como ave e o corpo coberto de penas. Poderia ser discutida a sua classificação como réptil ou como ave, mas, tomando a presença de penas como a característica principal de diagnóstico, os paleontologistas o classificaram como ave. Para alguns cientistas, isso é exatamente o que se espera de um “elo perdido”: ser tão perfeitamente intermediário entre dois grupos que se tem dúvidas sobre em qual deles deve ser colocado. Os que defendem a autenticidade deste fóssil, afirmam que a cigana (Opisthocomus hoazin) é o ancestral moderno de Archaeopterix, está viva e saltando ao longo dos rios da Amazônia e do Brasil. Por outro lado, a afirmação de que as aves hoje existentes descenderam dessa ancestral, é muito contestada por renomados cientistas, os quais duvidam: para eles, morfologicamente o Archaeopteryx é mais aparentado com os dinossauros: "Será que realmente ele conseguia voar como as aves?". Esta é uma questão que continuará provocando curiosidade e debate por muito tempo.

IMPORTÂNCIA DAS AVES

As aves têm papel importante na natureza, atuando de forma decisiva nos processos ecológicos, disseminando sementes, polinizando flores, garantindo assim, as condições naturais adequadas à manutenção da biodiversidade. Agem como polinizadores, controladores biológicos de insetos (reduzindo a proliferação de doenças causadas por eles), de répteis e de outros animais, e como dispersores de sementes.
MANEIRAS DE SE OBSERVAR AVES
Você pode fazer observação de aves de duas maneiras:
Observação parada, de escuta, em que o observador fica parado em determinado local, ouvindo e observando a movimentação das aves na copa e nos estratos inferiores da floresta, às margens de um lago ou à beira da mata. Em alguns casos, o uso de tendas, de mantas camufladas ou de esconderijos naturais pode ser importante para uma proveitosa observação!
Observação de percurso, em que o observador faz suas observações percorrendo cuidadosamente uma trilha, uma picada, um campo a pé ou num automóvel, ou navegando em canoa.

COMO IDENTIFICAR UMA AVE?

Aqui vão algumas dicas importantes. A principal parte que você precisa ver para identificar uma ave, geralmente está na cabeça. Procure linhas, faixas, formato, cor do bico e dos olhos; pescoço, garganta, fronte e coroa. Confira para ver se ela possui desenhos, manchas nas asas ou um anel em volta do olho.
As cores de uma ave podem pregar peças em você e podem parecer diferentes quando ela estiver ao topo de uma árvore ao meio-dia ou ao pôr do sol. Confira a cor principal de cada parte do seu corpo (cabeça, dorso, asas, cauda, pernas). Compare a ave observada com as ilustrações existentes nas pranchas de seu Guia de Campo. Às vezes apenas a cor das pernas pode ajudá-lo a diferenciar uma espécie da outra.
Faça comparações: De que tamanho ela é?. É tão pequena quanto um canário, ou grande quanto um pombo, um pato ou um peru? Ela é gorda ou magra, comprida ou curta? Olhe para cada parte dela. Suas asas são curtas ou longas, largas ou finas, curvas ou retas? E a sua cauda? Qual é o seu formato? É aforquilhada, reta ou curva?
Com a prática, você poderá estreitar sua marca de identificação até chegar à família correta. Espécies não identificadas devem ser descritas na caderneta de campo.

OBSERVE O COMPORTAMENTO DELA

Depois que você fizer tudo isso, então observe o comportamento. Ela está sozinha, em par ou em grupo? Ela forrageia no solo, em arbustos no sub-bosque, no estrato intermediário ou na copa? Do que ela está se alimentando? Como ela se mantém no poleiro, debruçada ou ereta, mórbida ou irrequieta? Seu vôo é horizontal, direto ou para cima e para baixo como uma montanha-russa? Ele é batido, planado, ou combinações dos dois? - Com a prática contínua, você reconhecerá muitas espécies de aves pela silhueta delas.

ONDE VOCÊ E A AVE ESTÃO?

Finalmente, dê uma olhada ao redor de você. Você e a ave estão numa floresta, numa capoeira, numa clareira, no interior da mata, numa campinarana, às margens de um lago ou no meio do rio? Cada ave gosta de um certo ambiente – habitat: beira da mata, lago, igapó, várzea, mata primária. No solo, em arbustos, na copa; nadando ou mergulhando.
Identifique o habitat da ave!
Podemos encontrar aves em quase todos os lugares! Você ficará assustado ao saber que aves vivem nos fundos de seu próprio quintal ou sítio. Para tanto, mantenha seus olhos abertos e ouvidos atentos.
Se você puder responder muitas destas perguntas, você terá boas chances de encontrar a ave que procura em seu Guia de Campo.

IDENTIFICAÇÃO DAS AVES PELOS SONS QUE EMITEM

Observadores experientes podem ver mais aves com os olhos fechados que muitas pessoas com os olhos abertos, pois eles conhecem as vocalizações que uma ave emite. É preciso aprender a escutar. O som que uma ave produz pode lhe dizer "comece me procurando por aqui", já que o canto é uma pista de onde a ave está. Tente fazer a descrição silábica dele, ou associá-lo a uma palavra ou frase. Assim, ficará mais fácil assimilá-lo. Algumas aves vivem em locais de difícil acesso ou observação, nos quais você nunca poderá vê-las. Mas bons observadores as podem identificá-las ouvindo-lhes as chamadas e suas vocalizações. Vendo e ouvindo a ave que canta, no campo, você aprende a associar o canto à ave que o produz.

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE BIRDING E BIRDWATCHING?

Ambos significam a mesma coisa: observação de aves silvestres na natureza. Birders ou Birdwatchers são as pessoas que se dedicam a este passatempo, quer seja com finalidades científicas ou de lazer.

A OBSERVAÇÃO DE AVES É UM SEGMENTO DO ECOTURISMO?

Sim. A observação de aves é um segmento forte e em plena expansão nos países da América, uma atividade que cresce a cada ano. Segundo dados do Serviço de Pesca e Vida Silvestre dos Estados Unidos (US Fish & Wildlife Service), 51,3 milhões de americanos observam aves e mais: 77 milhões de norte-americanos, acima de 16 anos, participaram de atividades relacionadas com vida silvestre em 1997. Destes, cerca de 42 milhões observaram aves nas proximidades de seus locais de moradia e, de 23,7 milhões de pessoas que viajaram com o propósito de observar, alimentar ou fotografar animais silvestres, aproximadamente 18 milhões tiveram como principal interesse aves.
A Associação Norte-americana de Observadores de Aves – American Birding Association, entre 90 e 97, teve seu número de associados aumentado de 6 mil para 20 mil, um crescimento anual acima de 30%. (EcoBrasil, 1999). É o segmento que mais cresce na América, cerca de 63 milhões de pessoas observam aves, por isso, estes dados aumentam a cada ano.

O QUE ESTE SEGMENTO OFERECE?

Diversão em meio a natureza;
Satisfação e relaxamento. Observar aves estimula o interesse pela procura e pela caça de aves. Isto garante satisfação e relaxamento, sem ferir e sem capturar a caça, que pode fugir incólume;
Saúde. Caminhando, subindo ou descendo morros observando, os participantes adquirem resistência física, sem esforço, porque sua atenção está nas aves. Depois de um proveitoso Birding, percebe-se que se cobriu um bom pedaço de chão;
Integração da família. Freqüentemente, pais, filhos e parentes próximos mantêm-se unidos por gerações, através do Birding. Os mais velhos podem incentivar e estimular aos mais jovens a se interessarem pela vida silvestre e pela conservação da natureza;
Companhia. A observação de aves é uma atividade que provê companhia. Os observadores de aves experientes gostam de compartilhar seus conhecimentos, por isso, observadores de aves serão sempre bem recebidos;
Solidão. Birding garante prazer especial àqueles que desejam observar aves sozinhos;
Birding é descontração, aventura, descobertas, satisfação em grupo ou sozinho.

O QUE EU PRECISO PARA OBSERVAR AVES?

De nenhuma habilidade especial. Tudo o que você necessita é entusiasmo, um senso de aventura e a habilidade física.

O QUE EU PRECISO LEVAR?

Um binóculo para uso particular é seu equipamento indispensável; um guia de campo, um chapéu e uma caderneta para anotação. O Guia de campo é um livro com muitas informações técnicas sobre as aves e com pranchas coloridas contendo as ilustrações das aves. Este Guia facilita a identificação das aves no campo. A pequena caderneta é para fazer suas anotações e observações sobre aves. Ela é um importante meio para registrar avistagens, porque quando você tenta fazer a descrição detalhada de uma ave, você é encorajado a observá-la cuidadosamente. Nós lhe forneceremos uma Lista de Checagem constando as espécies que poderão ser encontradas na região.

CONSERVAÇÃO DE AVES

Comércio ilegal e tráfico de animais silvestres
O tráfico de animais silvestres é o terceiro maior negócio do mundo e movimenta anualmente, só no Brasil, cerca de U$ 1 Bilhão (Renctas, 2002). Ele é cruel, pois se mantém às custas da miséria humana, da exploração das pessoas humildes sem recursos, que o praticam como meio de subsistência para obter o mínimo necessário até por que recebem quantias irrisórias como pagamento, enquanto que os seus comercializadores os vendem a cifras elevadas no mercado nacional e internacional. O valor dos animais é estipulado de acordo com a sua raridade ou perigo de extinção.
As espécies mais procuradas são as exóticas e coloridas. Figuram como as preferidas os Psitacídeos (araras, papagaios e periquitos em geral), cujo valor unitário chega a custar no exterior, U$ 5.000.
A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) ameaçada de extinção, da qual existem apenas 150 exemplares no planeta, pode chegar a custar no exterior até U$ 60.000. Um único ovo da citada ave pode chegar a U$ 10.000 (Estadão, 2000). Uma aparente solução nesse caso seria desenvolver estudos visando a reprodução de Psitacídeos em cativeiro, devidamente regulamentada. Parte das aves nascidas deveria ser introduzida na natureza e a outra parte, comercializada, de maneira a desestimular o comércio clandestino.
O papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) chega a custar U$ 800; o tucano-de-bico-preto (Ramphastos vitellinus) a U$ 6.000 e a arara-canindé (Ara ararauna) a U$ 2.500 (Revista Caminhos da terra, Nº. 9, set/2001, ed. 113, pág.37). O flamingo (Phoenicopterus ruber) chega a custar U$ 5.000 e a harpia (Harpia harpyja) a U$ 13.000 (Revista Veja, Nº. 42, 24/10/01, pág. 148 - 149).
Entre os Passeriformes mais procurados figuram os canários, as saíras, os sanhaços, as graúnas, os curiós, os sabiás, os azulões, os dançadores (Piprídeos), galos-da-serra e o corrupião-do-rio-negro.
Em média são tirados 12 milhões de animais por ano, só das florestas brasileiras. Em cada 10 animais, um apenas chega ao seu destino, enquanto que os outros nove acabam morrendo por falta de condições adequadas, durante a captura, manuseio, transporte em caixas por ausência de ar suficiente, briga, estresse e por não receberem tratamento adequado, como água e alimentação em cativeiro.
Os destinos internacionais destes animais são a Europa, a Ásia e a América do Norte.
Como é uma atividade ilegal, não existe uma agência centralizadora das ações contra o tráfico no país, os dados reais sobre este comércio são difíceis de serem calculados (Renctas, 2002).
É crime comercializar, capturar e manter animais silvestres em cativeiro! Ajudando hoje a preservar a fauna brasileira, você estará assegurando o futuro às novas gerações.
Denúncias contra o comércio e o tráfico de animais silvestres.

Linha Verde do Ibama (ligação gratuita), fone: 0800 - 61 8080

E-mail: linhaverde@ibama.gov.br

Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres - Renctas

E-mail: renctas@renctas.org.br

TRECHOS DO TEXTO EXTRAÍDOS DO SITE http://www.birding.com.br
Hotel Fazenda Pedra do Sino
Coordenadas
BR 040, KM 657 - Carandaí - MG - Tel: (32) 3361-7777 - Caixa Postal 6 - CEP 36280-000
Trans. Aéreo: S 20o52’59,9” / W 43o48’50.4”
Trans. Terrestre: S 20'52.950' / W 043º48.827
E-mail: reservas@pedradosino.com.br
23 k 0623362 / VTM 7690312
Skype: hotelpedradosino